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Este é o meu cantinho onde guardo os meus pensamentos, os meus sentimentos que vao percorrendo a minha vida e o meu mundo...

Segunda-feira, 28 de Junho de 2010

Diving...

Dive in my own world...

 

A vida por vezes leva-me para um rumo que eu própria desconheço. E por vezes sinto-me perdida no meio de tanto sentimento. Sinto-me calma e ao mesmo tempo com um turbilhão de emoções dentro de mim.

 

Não sei o que sentir. Não sei o que pensar. Preciso ser eu. Preciso respirar. Preciso de um sol que me aqueça a alma e não só o meu corpo. Preciso da essência da vida, do amor e do mundo. Preciso da brisa do mar, de passear nos rochedos e sentir-me livre. Voar!...

 

Deitar-me na areia no fim do dia, pensar em ti e sorrir por dentro. Sentir e não só saber o que tu queres realmente da vida. De mim. De nós. Do nosso mundo. E por vezes sinto-me perdida no meio de um não sei que sentir ou pensar. A incerteza da certeza. A sabedoria e o não sentir. Nada se alia e preciso dessa união para conseguir respirar o ar que me trouxeste de novo à vida um dia.

 

Nada é certo nesta vida. Um dia pensei que o teu amor o era... mas por vezes perco-me de mim nele. Para ser eu própria, por vezes não sou feliz. Sinto-me presa de mim própria. Preciso de tirar estas amarras que me prendem da vida e do teu amor. Talvez precise de me igualar a ti... aproximar-me do que sentes, aproximar-me do teu eu interior em que a presença é suficiente para viver.

 

Preciso de mergulhar no meu mar para aclarar as ideias da vida. Preciso do meu azul para conseguir escrever as linhas do meu rumo futuro, do meu rumo presente... o rumo de mim própria. Preciso de algo mais...

pensamento solto por Kita às 18:24

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Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008

Escrever

Escrever... simplesmente uma vida... uma forma de estar...

 

Como há já muito não me acontecia, sinto falta das palavras, falta de escrever, falta de ser eu num papel ou num teclado...

 

Recomeço de aulas e uma vida quase sem tempo. Sonhos encontrados e desencontrados... sonhos vividos e perdidos algures no tempo.

 

Tempo para viver. É o tempo que temos de procurar sempre. E por isso viver na plenitude, sem nos preocuparmos em demasia com a vida e com os momentos menos bons que ela nos traz. Porque a vida não pode ser levada a sério. É um par de dias...

 

Continuo a sonhar. Sonho com palavras que não encontro, com o meu azul que por vezes deixo no meu mar.

 

E vejo-me de novo ali. Sozinha com as ondas e aquele som de final de tarde incomparável de beleza e paz. Adorava viver ali...

 

Escrevo simplesmente porque sim. Porque me lava a alma em dias de sujidade interior... em dias que preciso de me libertar, por vezes de mim mesma, por vezes da vida que não é para levar a sério...

 

As palavras são como bálsamo para um interior cheio de um não-sei-o-quê que por vezes não me deixa ser eu. E escrever é ser eu.

 

Respiro fundo enquanto escrevo de olhos fechados... só ouvindo o som das teclas, sentindo os meus dedos deslizar de tecla em tecla numa desordem organizada. Gostava de ser assim na vida... fechar os olhos e conseguir tudo aquilo que era necessário para o bem do mundo (e não só o meu...). Mas infelizmente nem com os olhos bem abertos consigo isso... e é por isso que ainda há crianças a morrer à fome num mundo em que os ricos só se preocupam com o seu umbigo...

 

Kita, 26 de Setembro de 2008. 

sinto-me: without feelings to show
música: Silêncio
pensamento solto por Kita às 19:01

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Quarta-feira, 16 de Maio de 2007

Falta de mim

Sinto-me presa nas entranhas da vida. A minha própria vida, que eu própria construí...

Sinto falta de respirar a liberdade que eu própria ajudei a tirar... Sentimo-nos mal quando a liberdade nos é retirada por outrém, mas ainda é pior quando sabemos que contribuimos para tal...

Sinto falta de vida.

Sinto falta de mim, dos meus sorrisos, que há já muito tempo não tenho conseguido mostrar neste sítio... Como poderei se me sinto ignorada, com espaço a mais que me tira a liberdade de ser eu?

Sinto falta da areia à beira-mar.

Sinto falta da paz que a brisa marítima me traz quando fecho os olhos e inspiro aquele ar. Quando ele me entra pelo nariz e preenche cada canto do meu ser. Aí consigo pensar, libertar-me, ser o meu eu perdido que só encontro lá e fora daqui.

Sinto falta de respirar e saber que não me vão criticar pelas palavras, pelos sentimentos. A vida aqui torna-se fechada num sem-sentido mergulhado de solidão e indiferença. Critico-me a mim própria, tantos porquês... tantas palavras que deveriam ter ficado só comigo. Seria livre?

Continuo a ser eu. Mas só quando parto. Quando posso respirar, correr e ter a minha liberdade...

Apagada... sou assim vista aos olhos de quem avalia como sou. Mas dentro de mim tenho uma luz brilhante... basta deixarem-me acendê-la.

Kita, 16 de Maio de 2007.

sinto-me: sozinha na minha prisão...
Quarta-feira, 9 de Maio de 2007

Be yourself

"Be faithful to that which exists within yourself."

Andre Gide

Somos simplesmente o que somos. Somos quem nos foi um dia dado ser. Único. E hoje tenho vontade de ser eu, de ser livre, de voar dentro e fora de mim...

I feel free. Wanted to have wings to reach the sky...

I can almost touch it with my soul.

Lembro-me do meu mar. Lembro-me de ti, de mim. Não sei quem és. Mas lembro-me de ti... Sou o azul que parece por vezes extinguir-se dentro do meu peito de tanta preocupação, de tantas noites sem dormir.

Olho hoje as estrelas dentro de mim.

I need to be faithful to that which exists within myself. I need to be faithful to what I am.

I am.

sinto-me: saudosista
Quarta-feira, 15 de Novembro de 2006

Perdida...

Há muito tempo que não me liberto. Sinto-me perdida de mim mesma, presa à realidade mundana que não me deixa voar para as minhas paragens...

Sinto a minha alma fria. Sou só sentimentos e emoções que não sei, não conheço, não quero sentir... estou fria, como o tempo lá fora, como este vento que ouço soprar com tanta fúria lá fora, por esta janela perdida...

Anoitece. Fim de tarde. Fim de vida. Mais um dia, menos um sonho. Olho-me ao espelho e vejo o meu interior. A minha alma eternamente sonhadora e perdida, desfasada da realidade e do tempo... sinto a minha alma fria. Como este dia.

Fecho os olhos e olho para dentro de mim. Agora sou a minha realidade, sou o meu sonho e viajo dentro do meu próprio ser. Não sei para onde vou, não sei se quero ir... sonho e apetece-me voar para o meu cantinho de nuvens de algodão. Dentro de mim há um mundo. Só o consigo ver quando fecho os olhos e vejo a minha alma dentro de mim. Esqueço o mundo lá fora, a realidade desapareceu e sou simplesmente eu.

Respiro fundo e fecho os olhos para me conseguir ver... e escrevo, continuo a escrever de olhos fechados, onde só o barulho das teclas me liga à realidade mundana. É aí que consigo voar e sentir a paz que necessito para me sentir eu. Para ser viva. Para ser alma. Para ser o que sou. Preciso do azul do céu, do branco das ondas do mar, do quente da areia da praia, do som e cheiro a maresia...

Sinto-me presa, incurralada, preciso de liberdade para ser. Simplesmente ser.

Desligo-me do mundo. Só assim consigo viver. Só assim consigo voltar a ser eu. E voo dentro de mim... num sonho que me percorre a alma. Num sonho que se entranha em cada pedaço de mim...

Kita, 15 de Novembro de 2006

 

sinto-me: presa de mim mesma
música: fúria do vento...
Terça-feira, 2 de Agosto de 2005

Duas faces



Eu choro por dentro de mim, mas tenho de mostrar um sorriso. Sofro e mostro uma cara feliz... Não consigo. Mas é isso que as pessoas querem ver. Não posso ter sentimentos? Não posso ser eu mesma? Porquê mostrar às pessoas aquilo que não sinto, porquê expressar tudo o que não sou? Meras palavras, meros evitar de explicações que não quero, não tenho de dar... Quero ser eu mesma, quero ser livre de poder sentir dor, de chorar uma lágrima quando necessito e não ter de me esconder. Porque não é uma lágrima tão natural como um sorriso? Se alguém nos vê chorar, surgem de imediato perguntas, pensamentos, curiosidades... "O que aconteceu?", "O que tens?", mas quando sorrimos ninguém nos pergunta o porquê desse sorriso... ou muito raramente.

Quero ser livre para viver. Quero ter o meu espaço de liberdade, poder ser eu e não ter um estado de alma em duas metades diferentes... Sinto-me quebrada, sou duas pessoas em mim.

Kita , 30 Julho 2005.